quinta-feira, 22 de junho de 2017

Fantasias - Hoje só me apetece...

Acordei cheia de vontades!
E com o computador ali ao lado, fui logo à net ver umas fotos ou vídeos para ajudarem na inspiração matinal.
Quase de imediato, começaram a cair os típicos convites e mensagens, aos quais não liguei muito, pois não era esse o meu propósito.
No entanto, houve uma foto que saltou à vista, não só pela gulodice como também por encher tão bem as vistas. Contrariamente ao que inicialmente tinha pensado, fui espreitar o perfil, que dizia apenas “Estou aqui para te satisfazer”!
Aquela simplicidade de palavras aguçou a minha curiosidade e meti conversa:
- Até que ponto serias capaz de me satisfazer?
- Como bem quisesses!
- Imediatamente? Prontamente?
- Totalmente!
- Egoisticamente? Serias capaz de me fazer vir, sem pedir nem ter nada em troca?
- Sim.
- Hoje só quero uma coisa, vir-me, nada mais. Ser chupada até ser invadida por orgasmos sem controlo, aguentar uma língua até à exaustão, ficar com​ as pernas a tremer depois de tanta intensidade...
- Deixa-me fazê-lo, deixa-me satisfazer-te!
- Então vem ter comigo, ao piso -2 do centro comercial, daqui a 15 minutos, e estaciona do lado das condutas de ventilação. Não vou de carro, mas levo um lenço vermelho e preto para saberes que sou eu.
- Até já!
A tremer de ansiedade e excitação, vestia-me a correr, um vestido preto com botões estrategicamente da parte da frente, não esquecendo o lenço preto e vermelho, conforme combinado.
Sabendo eu que o centro comercial não ficava a mais de 10 minutos de casa, rapidamente lá chegava e estacionava do lado oposto ao combinado. Atravessava o estacionamento a pé e via um carro preto parado perto do local combinado. A porta abria-se à medida que me aproximava, mas mal reparava em ti, tamanha era a excitação e o formigueiro que me cegavam.
Olhavas-me em silêncio, agarravas-me na mão e puxavas-me para trás do carro, empurrando-me contra a parede com a força do teu corpo apenas.
Por instantes, sentia o teu calor por inteiro, a tua tesão localizada a milímetros de mim, mas, rapidamente as tuas atenções concentravam-se no meu corpo, na minha pele. A tua boca fixava-se no meu pescoço; as tuas mãos desciam das minhas costas para as coxas, aliviando-me da prisão do vestido e deixando-me apenas coberta pelo lenço.
Os teus dedos curiosos prontamente se apercebiam que eu estava sem cuecas e, atrevidamente, abriram caminho por entre os meus lábios, apenas para confirmarem o que ambos sabíamos, eu já estava encharcada, as minhas bordas estavam quentes, as minhas coxas já começavam a ficar húmidas.
Rendida à excitação do momento, vi-te ajoelhares-te diante de mim, afastares-me as pernas e desbravares caminho com a tua língua quente e molhada.
Lentamente, começavas a passear pelos lábios, alternando repetidamente entre o esquerdo e o direito, de cima para baixo, de baixo para cima; uma das mãos abria-me as bordas, deixando-me o grelo inchado bem a descoberto e pronto para ser satisfeito até ao ponto máximo.
E abocanhavas-me a cona toda por inteiro, chupando-me, engolindo-me, devorando-me; os meus fluidos misturados com a tua saliva a escorrerem pelas minhas pernas abaixo; as minhas pernas a ficarem bambas pela tua fome; a firmeza da tua boca em mim; a tua insistência em me satisfazeres.
À medida que o meu corpo ia estremecendo cada vez mais, tu punhas uma das minhas pernas à volta do teu ombro, deixando-me assim, ainda mais exposta à tua boca insaciável, esfomeada, incansável.
E, finalmente, o primeiro orgasmo chegava. E o segundo. E o terceiro. E a partir daí deixava de contar, rendida por completo ao prazer da mestria da tua boca; a perícia da tua língua em não me soltar enquanto não me sentisses satisfeita por completo.
Abrandavas um pouco, deixando que eu recuperasse o fôlego, mas não me largavas por completo; o calor da tua respiração misturava-se com o calor que transbordava de mim. Os teus dedos agora começavam a vaguear pelas minhas pernas, iam subindo pelas minhas coxas, iam deslizando pela minha carne húmida, iam-se lambuzando em mim, começando a escorregar vagarosamente para dentro de mim, um a um.
Um dedo. Dois dedos. Três dedos exploravam-me agora gulosamente, provocadoramente, em regulares movimentos de vai-vem, auxiliados pelo meu corpo com vida própria, em busca duma segunda ronda de prazer carnal.
E um novo ataque ganhava vida, agora em duas frentes, com os teus dedos enterrados na minha cona e a tua boca a chupar-me vorazmente; a minha perna continuava sobre o teu ombro, dando-te total acesso à minha cona, para a saboreares, para me satisfazeres, para abusares dela a teu bel-prazer.
E mais uma vez me rendia à delicia dos teus feitos orais, numa louca e intensa descarga de orgasmos, numa catadupa de sensações, cada uma mais forte e poderosa que a anterior, até que, num gesto quase brusco, te afastava de mim rendida que já estava às tuas proezas.
- Satisfeita? - perguntavas tu, após alguns minutos de silêncio.
- Muito! - respondia eu, enquanto apertava os botões do vestido e me afastava, ajeitando o lenço à volta do pescoço.



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