Acordei
cheia de vontades!
E
com o computador ali ao lado, fui logo à net ver umas fotos ou
vídeos para ajudarem na inspiração matinal.
Quase
de imediato, começaram a cair os típicos convites e mensagens, aos
quais não liguei muito, pois não era esse o meu propósito.
No
entanto, houve uma foto que saltou à vista, não só pela gulodice
como também por encher tão bem as vistas. Contrariamente ao que
inicialmente tinha pensado, fui espreitar o perfil, que dizia apenas
“Estou aqui para te satisfazer”!
Aquela
simplicidade de palavras aguçou a minha curiosidade e meti conversa:
-
Até que ponto serias capaz de me satisfazer?
-
Como bem quisesses!
-
Imediatamente? Prontamente?
-
Totalmente!
-
Egoisticamente? Serias capaz de me fazer vir, sem pedir nem ter nada
em troca?
-
Sim.
-
Hoje só quero uma coisa, vir-me, nada mais. Ser chupada até ser
invadida por orgasmos sem controlo, aguentar uma língua até à
exaustão, ficar com as pernas a tremer depois de tanta
intensidade...
-
Deixa-me fazê-lo, deixa-me satisfazer-te!
-
Então vem ter comigo, ao piso -2 do centro comercial, daqui a 15
minutos, e estaciona do lado das condutas de ventilação. Não vou
de carro, mas levo um lenço vermelho e preto para saberes que sou
eu.
-
Até já!
A
tremer de ansiedade e excitação, vestia-me a correr, um vestido
preto com botões estrategicamente da parte da frente, não
esquecendo o lenço preto e vermelho, conforme combinado.
Sabendo
eu que o centro comercial não ficava a mais de 10 minutos de casa,
rapidamente lá chegava e estacionava do lado oposto ao combinado.
Atravessava o estacionamento a pé e via um carro preto parado perto
do local combinado. A porta abria-se à medida que me aproximava, mas
mal reparava em ti, tamanha era a excitação e o formigueiro que me
cegavam.
Olhavas-me
em silêncio, agarravas-me na mão e puxavas-me para trás do carro,
empurrando-me contra a parede com a força do teu corpo apenas.
Por
instantes, sentia o teu calor por inteiro, a tua tesão localizada a
milímetros de mim, mas, rapidamente as tuas atenções
concentravam-se no meu corpo, na minha pele. A tua boca fixava-se no
meu pescoço; as tuas mãos desciam das minhas costas para as coxas,
aliviando-me da prisão do vestido e deixando-me apenas coberta pelo
lenço.
Os
teus dedos curiosos prontamente se apercebiam que eu estava sem
cuecas e, atrevidamente, abriram caminho por entre os meus lábios,
apenas para confirmarem o que ambos sabíamos, eu já estava
encharcada, as minhas bordas estavam quentes, as minhas coxas já
começavam a ficar húmidas.
Rendida
à excitação do momento, vi-te ajoelhares-te diante de mim,
afastares-me as pernas e desbravares caminho com a tua língua quente
e molhada.
Lentamente,
começavas a passear pelos lábios, alternando repetidamente entre o
esquerdo e o direito, de cima para baixo, de baixo para cima; uma das
mãos abria-me as bordas, deixando-me o grelo inchado bem a
descoberto e pronto para ser satisfeito até ao ponto máximo.
E
abocanhavas-me a cona toda por inteiro, chupando-me, engolindo-me,
devorando-me; os meus fluidos misturados com a tua saliva a
escorrerem pelas minhas pernas abaixo; as minhas pernas a ficarem
bambas pela tua fome; a firmeza da tua boca em mim; a tua insistência
em me satisfazeres.
À
medida que o meu corpo ia estremecendo cada vez mais, tu punhas uma
das minhas pernas à volta do teu ombro, deixando-me assim, ainda
mais exposta à tua boca insaciável, esfomeada, incansável.
E,
finalmente, o primeiro orgasmo chegava. E o segundo. E o terceiro. E
a partir daí deixava de contar, rendida por completo ao prazer da
mestria da tua boca; a perícia da tua língua em não me soltar
enquanto não me sentisses satisfeita por completo.
Abrandavas
um pouco, deixando que eu recuperasse o fôlego, mas não me largavas
por completo; o calor da tua respiração misturava-se com o calor
que transbordava de mim. Os teus dedos agora começavam a vaguear
pelas minhas pernas, iam subindo pelas minhas coxas, iam deslizando
pela minha carne húmida, iam-se lambuzando em mim, começando a
escorregar vagarosamente para dentro de mim, um a um.
Um
dedo. Dois dedos. Três dedos exploravam-me agora gulosamente,
provocadoramente, em regulares movimentos de vai-vem, auxiliados pelo
meu corpo com vida própria, em busca duma segunda ronda de prazer
carnal.
E
um novo ataque ganhava vida, agora em duas frentes, com os teus dedos
enterrados na minha cona e a tua boca a chupar-me vorazmente; a minha
perna continuava sobre o teu ombro, dando-te total acesso à minha
cona, para a saboreares, para me satisfazeres, para abusares dela a
teu bel-prazer.
E
mais uma vez me rendia à delicia dos teus feitos orais, numa louca e
intensa descarga de orgasmos, numa catadupa de sensações, cada uma
mais forte e poderosa que a anterior, até que, num gesto quase
brusco, te afastava de mim rendida que já estava às tuas proezas.
-
Satisfeita? - perguntavas tu, após alguns minutos de silêncio.
-
Muito! - respondia eu, enquanto apertava os botões do vestido e me
afastava, ajeitando o lenço à volta do pescoço.