terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Um outro ângulo - parte II

Mais um ponto de vista, diferente dos que tenho habituado até ao momento.

Aos poucos, lá vou conseguindo apresentar novas variantes da Xixinha.


PS: lamento pela baixa qualidade da luz, mas as lâmpadas são fraquinhas...

domingo, 10 de dezembro de 2017

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Lembrete

A todos os meus seguidores que se vão mantendo fiéis ao meu cantinho de gulodices (apesar das minhas ausências), aqui fica um miminho, por agora bem peludinho, mas para breve ficará rapadinho. Se bem que também há quem também goste deste look "vintage" ;)




E as "margaridas" também não podem faltar!


domingo, 17 de setembro de 2017

Apenas porque... sim!

Antes...
Matagal, muita penugem!


Depois...
Com o mato aparado,
Também tem que ser hidratado!


domingo, 13 de agosto de 2017

Brinquedos & Acessórios

Fantasias... Fetiches... Taras... Prazeres...
Chamem o que quiserem, mas o que é certo é que até os acessórios dão um picante extra!
A preto ou branco, qual preferem? ;)









quarta-feira, 12 de julho de 2017

Gostaria de ser homem por um dia

Mas com uma condição... encontrar uma mulher tão gulosa quanto eu!

Para poder apreciar as mamas dela longamente.
Para saborear os mamilos prolongadamente e levá-la à loucura.
Para mordiscá-la toda e desafiar-me a orgasmos em locais pouco convencionais.
Para me deliciar com o grelo e deixá-la em pontinho de bala.
Para ficar cada vez mais lambuzado a cada orgasmo que a minha boca lhe dá.
Para usar os dedos na coninha dela, um de cada vez, enterrar e provocar.
Para a sentir pedinchona e dar-lhe o meu pau teso à boca.
Para sentir os seus lábios macios envolverem a minha carne.
Para sentir a língua quente a deixar-me cada vez mais inchado.
Para sentir o meu pau a latejar na boca dela.
Para ter a minha carne tesa a bater na garganta dela.
Para a ver babar-me todo e olhar-me com cara de safada.
Para a sentir engolir-me com sofreguidão e fome.
Para a agarrar, roçar-me todo nela, encostar o meu caralho às suas bordas encharcadas e deixar-me deslizar todo para dentro dela.
Para sentir como a sua cona faminta me engole o pau.
Para lhe provocar o grelo com a cabeça do pau.
Para sentir como a sua cona me aperta o pau teso, de cada vez que a fodo e me enterro todo nela.
Para a ouvir gemer a cada estocada minha.
Para sentir como cada orgasmo seu me contrai o pau e me deixa cada vez mais teso.
Para a pôr de quatro e besuntar-lhe bem o rabinho com os seus sucos.
Para deixar que ela abrisse bem o rabinho para mim, num convite silencioso e mudo, mas muito explícito.
Para deixar que ela me agarrasse no pau e o fosse enfiando, a pouco e pouco, no seu buraquinho mais apertado.
Para me sentir quase estrangulado naquele rego e nem assim querer parar.
Para assistir de camarote como o seu corpo treme e estremece a cada investida minha e os orgasmos que a vão invadindo mais e mais.
Para me sentir rebentar naquele rabo, enquanto me esporro e ela ainda rebola, deixando-me seco, drenado, sem gota de leite...

Que sensação seria!


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Brinquedos IV - Nova aquisição

Com a chegada do Verão, a roupinha quer-se colorida.
E estação nova também pede brinquedos novos! ;)


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Fantasias - Hoje só me apetece...

Acordei cheia de vontades!
E com o computador ali ao lado, fui logo à net ver umas fotos ou vídeos para ajudarem na inspiração matinal.
Quase de imediato, começaram a cair os típicos convites e mensagens, aos quais não liguei muito, pois não era esse o meu propósito.
No entanto, houve uma foto que saltou à vista, não só pela gulodice como também por encher tão bem as vistas. Contrariamente ao que inicialmente tinha pensado, fui espreitar o perfil, que dizia apenas “Estou aqui para te satisfazer”!
Aquela simplicidade de palavras aguçou a minha curiosidade e meti conversa:
- Até que ponto serias capaz de me satisfazer?
- Como bem quisesses!
- Imediatamente? Prontamente?
- Totalmente!
- Egoisticamente? Serias capaz de me fazer vir, sem pedir nem ter nada em troca?
- Sim.
- Hoje só quero uma coisa, vir-me, nada mais. Ser chupada até ser invadida por orgasmos sem controlo, aguentar uma língua até à exaustão, ficar com​ as pernas a tremer depois de tanta intensidade...
- Deixa-me fazê-lo, deixa-me satisfazer-te!
- Então vem ter comigo, ao piso -2 do centro comercial, daqui a 15 minutos, e estaciona do lado das condutas de ventilação. Não vou de carro, mas levo um lenço vermelho e preto para saberes que sou eu.
- Até já!
A tremer de ansiedade e excitação, vestia-me a correr, um vestido preto com botões estrategicamente da parte da frente, não esquecendo o lenço preto e vermelho, conforme combinado.
Sabendo eu que o centro comercial não ficava a mais de 10 minutos de casa, rapidamente lá chegava e estacionava do lado oposto ao combinado. Atravessava o estacionamento a pé e via um carro preto parado perto do local combinado. A porta abria-se à medida que me aproximava, mas mal reparava em ti, tamanha era a excitação e o formigueiro que me cegavam.
Olhavas-me em silêncio, agarravas-me na mão e puxavas-me para trás do carro, empurrando-me contra a parede com a força do teu corpo apenas.
Por instantes, sentia o teu calor por inteiro, a tua tesão localizada a milímetros de mim, mas, rapidamente as tuas atenções concentravam-se no meu corpo, na minha pele. A tua boca fixava-se no meu pescoço; as tuas mãos desciam das minhas costas para as coxas, aliviando-me da prisão do vestido e deixando-me apenas coberta pelo lenço.
Os teus dedos curiosos prontamente se apercebiam que eu estava sem cuecas e, atrevidamente, abriram caminho por entre os meus lábios, apenas para confirmarem o que ambos sabíamos, eu já estava encharcada, as minhas bordas estavam quentes, as minhas coxas já começavam a ficar húmidas.
Rendida à excitação do momento, vi-te ajoelhares-te diante de mim, afastares-me as pernas e desbravares caminho com a tua língua quente e molhada.
Lentamente, começavas a passear pelos lábios, alternando repetidamente entre o esquerdo e o direito, de cima para baixo, de baixo para cima; uma das mãos abria-me as bordas, deixando-me o grelo inchado bem a descoberto e pronto para ser satisfeito até ao ponto máximo.
E abocanhavas-me a cona toda por inteiro, chupando-me, engolindo-me, devorando-me; os meus fluidos misturados com a tua saliva a escorrerem pelas minhas pernas abaixo; as minhas pernas a ficarem bambas pela tua fome; a firmeza da tua boca em mim; a tua insistência em me satisfazeres.
À medida que o meu corpo ia estremecendo cada vez mais, tu punhas uma das minhas pernas à volta do teu ombro, deixando-me assim, ainda mais exposta à tua boca insaciável, esfomeada, incansável.
E, finalmente, o primeiro orgasmo chegava. E o segundo. E o terceiro. E a partir daí deixava de contar, rendida por completo ao prazer da mestria da tua boca; a perícia da tua língua em não me soltar enquanto não me sentisses satisfeita por completo.
Abrandavas um pouco, deixando que eu recuperasse o fôlego, mas não me largavas por completo; o calor da tua respiração misturava-se com o calor que transbordava de mim. Os teus dedos agora começavam a vaguear pelas minhas pernas, iam subindo pelas minhas coxas, iam deslizando pela minha carne húmida, iam-se lambuzando em mim, começando a escorregar vagarosamente para dentro de mim, um a um.
Um dedo. Dois dedos. Três dedos exploravam-me agora gulosamente, provocadoramente, em regulares movimentos de vai-vem, auxiliados pelo meu corpo com vida própria, em busca duma segunda ronda de prazer carnal.
E um novo ataque ganhava vida, agora em duas frentes, com os teus dedos enterrados na minha cona e a tua boca a chupar-me vorazmente; a minha perna continuava sobre o teu ombro, dando-te total acesso à minha cona, para a saboreares, para me satisfazeres, para abusares dela a teu bel-prazer.
E mais uma vez me rendia à delicia dos teus feitos orais, numa louca e intensa descarga de orgasmos, numa catadupa de sensações, cada uma mais forte e poderosa que a anterior, até que, num gesto quase brusco, te afastava de mim rendida que já estava às tuas proezas.
- Satisfeita? - perguntavas tu, após alguns minutos de silêncio.
- Muito! - respondia eu, enquanto apertava os botões do vestido e me afastava, ajeitando o lenço à volta do pescoço.



domingo, 14 de maio de 2017

sábado, 29 de abril de 2017

Proibições

Devia ser proibido os homens terem uma língua tão boa!

Como é que um órgão tão simples consegue fazer tantas maravilhas, proporcionar tanto prazer?

Não sei se gosto mais quando a língua "apenas" passeia ao redor das bordas...

Ou se quando os lábios começam a chupar...

Talvez também quando a boca envolve a carne toda...

Ou ainda quando a língua bate no grelo, a senti-lo inchado, a provocá-lo ainda mais...

Por vezes, apenas um ligeiro roçar da língua no centímetro certo de pele é o suficiente para fazer estremecer todo o corpo.

Outras vezes, o corpo pede mais, a coninha quer mais, e o nível de exigência sobe aos píncaros, e é quando se pede tudo, se dá tudo e a saciedade só chega com a voracidade da boca e da língua.

E o corpo a responder, a encharcar, a inchar, a pedir em silêncio, a deixar tudo lambuzado à passagem da língua, a escorregar, a pedir mais, a querer mais.

Seja de pé ou deitada, de frente ou de costas, a coninha é quem manda, mas também é quem mais obedece aos prazeres da "escravidão" oral!








(ps: os vídeos são retirados da net e meramente ilustrativos, ainda não são de autoria própria)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Brinquedos - parte I

Não são só as crianças que têm direito a brinquedos, também os adultos se podem entreter a brincar...

Estes são os meus amigos infalíveis e, dentro em breve, irão entrar em acção.

Acho é que tenho que aumentar a variedade. Sugestões?







domingo, 16 de abril de 2017

Fodinha passiva

Às vezes só me apetece ir ter contigo e oferecer-me toda a ti.


Às vezes só me apetece estar contigo e sentir os teus dedos em mim.


Às vezes só me apetece ter-te prostrado a meus pés, a deleitares-te comigo, a dares-me prazer, que o teu único prazer seja o meu prazer.


Às vezes só me apetece ter-te para meu escravo de tesão, obrigar-te a fazeres-me gozar, forçar-te para mim, subjugar-te ao meu prazer contínuo e inesgotável.

Às vezes só me apetece abrir as pernas e dar-me por completo, jorrar todos os meus fluidos na tua boca, nas tuas mãos, no teu corpo, como lava a jorrar dum vulcão.

Às vezes só me apetece receber-te em todo o teu esplendor, até que me leves à loucura descontrolada do clímax que nos juntou.

Às vezes só me apetece que me faças gritar, gemer e bradar ao céu ou ao inferno toda a insanidade deliciosa que toma conta de nós.

Às vezes só me apetece estar ali, a ter-te, a receber-te!

domingo, 2 de abril de 2017

A minha 1ª vez... num Motel

Primeiro rapei,
Depois dei.



Após cerca de um ano afastada das lides gulosas, eis que estou de volta para me entregar aos deliciosos prazeres da carne!
E nada como "estrear" a coninha rapada de fresco com um belo e fantástico convite para ir a um motel, coisa que ainda não tinha feito em vários anos de gulodice.
Após o café inicial da praxe, lá seguimos para o local designado, que ficava quase ao virar da esquina; subimos para o quarto e rapidamente nos dedicámos a trocar as primeiras impressões carnais, entre beijos e amassos iniciais.
Rapidamente, a maior parte das roupas foram tiradas e ele pediu-me para me sentar em cima dele, ao que obedeci prontamente para o sentir já duro entre a pouca roupa que ainda nos separava. A boca dele agarrou-se logo às minhas mamas, para as chupar e devorar, ao mesmo tempo que eu me rebolava e esfregava nele.
Ele virou-me então ao contrário, tirou-me as cuecas e começou a esfregar-me o grelinho, parecendo admirado de eu já estar tão molhada... e os dedos começaram a entrar, um, dois, cautelosos de início, e depois mais confiantes, perante os meus gemidos cada vez mais entusiastas!
Depressa, ele pôs uma camisa, ajoelhou-se entre as minhas pernas e enterrou-se todo, duma só vez, teso, grosso! E eu gemi com toda aquela carne só para mim, para meu deleite, para saciar a fome que já transbordava para as minhas coxas...
Gulosamente, voltei-me a virar e pus-me de gatas, oferecendo-me toda para o macho tratar de mim. E assim ele o fez, várias vezes, de várias formas, com vários dedos, até ao clímax final ser todo jorrado bem quente por cima de mim!
E depois da cama redonda e do espelho no tecto, assim se fechou optimamente bem uma longa e cansativa semana de trabalho!