sábado, 29 de abril de 2017

Proibições

Devia ser proibido os homens terem uma língua tão boa!

Como é que um órgão tão simples consegue fazer tantas maravilhas, proporcionar tanto prazer?

Não sei se gosto mais quando a língua "apenas" passeia ao redor das bordas...

Ou se quando os lábios começam a chupar...

Talvez também quando a boca envolve a carne toda...

Ou ainda quando a língua bate no grelo, a senti-lo inchado, a provocá-lo ainda mais...

Por vezes, apenas um ligeiro roçar da língua no centímetro certo de pele é o suficiente para fazer estremecer todo o corpo.

Outras vezes, o corpo pede mais, a coninha quer mais, e o nível de exigência sobe aos píncaros, e é quando se pede tudo, se dá tudo e a saciedade só chega com a voracidade da boca e da língua.

E o corpo a responder, a encharcar, a inchar, a pedir em silêncio, a deixar tudo lambuzado à passagem da língua, a escorregar, a pedir mais, a querer mais.

Seja de pé ou deitada, de frente ou de costas, a coninha é quem manda, mas também é quem mais obedece aos prazeres da "escravidão" oral!








(ps: os vídeos são retirados da net e meramente ilustrativos, ainda não são de autoria própria)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Brinquedos - parte I

Não são só as crianças que têm direito a brinquedos, também os adultos se podem entreter a brincar...

Estes são os meus amigos infalíveis e, dentro em breve, irão entrar em acção.

Acho é que tenho que aumentar a variedade. Sugestões?







domingo, 16 de abril de 2017

Fodinha passiva

Às vezes só me apetece ir ter contigo e oferecer-me toda a ti.


Às vezes só me apetece estar contigo e sentir os teus dedos em mim.


Às vezes só me apetece ter-te prostrado a meus pés, a deleitares-te comigo, a dares-me prazer, que o teu único prazer seja o meu prazer.


Às vezes só me apetece ter-te para meu escravo de tesão, obrigar-te a fazeres-me gozar, forçar-te para mim, subjugar-te ao meu prazer contínuo e inesgotável.

Às vezes só me apetece abrir as pernas e dar-me por completo, jorrar todos os meus fluidos na tua boca, nas tuas mãos, no teu corpo, como lava a jorrar dum vulcão.

Às vezes só me apetece receber-te em todo o teu esplendor, até que me leves à loucura descontrolada do clímax que nos juntou.

Às vezes só me apetece que me faças gritar, gemer e bradar ao céu ou ao inferno toda a insanidade deliciosa que toma conta de nós.

Às vezes só me apetece estar ali, a ter-te, a receber-te!

domingo, 2 de abril de 2017

A minha 1ª vez... num Motel

Primeiro rapei,
Depois dei.



Após cerca de um ano afastada das lides gulosas, eis que estou de volta para me entregar aos deliciosos prazeres da carne!
E nada como "estrear" a coninha rapada de fresco com um belo e fantástico convite para ir a um motel, coisa que ainda não tinha feito em vários anos de gulodice.
Após o café inicial da praxe, lá seguimos para o local designado, que ficava quase ao virar da esquina; subimos para o quarto e rapidamente nos dedicámos a trocar as primeiras impressões carnais, entre beijos e amassos iniciais.
Rapidamente, a maior parte das roupas foram tiradas e ele pediu-me para me sentar em cima dele, ao que obedeci prontamente para o sentir já duro entre a pouca roupa que ainda nos separava. A boca dele agarrou-se logo às minhas mamas, para as chupar e devorar, ao mesmo tempo que eu me rebolava e esfregava nele.
Ele virou-me então ao contrário, tirou-me as cuecas e começou a esfregar-me o grelinho, parecendo admirado de eu já estar tão molhada... e os dedos começaram a entrar, um, dois, cautelosos de início, e depois mais confiantes, perante os meus gemidos cada vez mais entusiastas!
Depressa, ele pôs uma camisa, ajoelhou-se entre as minhas pernas e enterrou-se todo, duma só vez, teso, grosso! E eu gemi com toda aquela carne só para mim, para meu deleite, para saciar a fome que já transbordava para as minhas coxas...
Gulosamente, voltei-me a virar e pus-me de gatas, oferecendo-me toda para o macho tratar de mim. E assim ele o fez, várias vezes, de várias formas, com vários dedos, até ao clímax final ser todo jorrado bem quente por cima de mim!
E depois da cama redonda e do espelho no tecto, assim se fechou optimamente bem uma longa e cansativa semana de trabalho!